Características Gerais

Padrão FCI n. 231
Grupo n. 9, Cães de Companhia
Tamanho 25, 5 cm
Peso 4 a 7 Kg
Pelagem moderadamente longo
Agressividade moderada
Aptidão companhia
Atividade
Espontânea
moderada
Área para criação pequena
País de Origem Tibet

 

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Tibetan Spaniel

A região do Tibet sempre esteve isolada do resto do mundo, exceto pelos seus vizinhos China e Índia. A vida solitária do seu povo nômade, mesmo nas mais remotas vilas do país, aliada ao crescimento do Budismo, que não permite o abate de animais, são fatores que elevaram a importância dos cães na vida dos Tibetanos. O Tibet, um país essencialmente pacífico e de grande religiosidade, tornou-se Budista no século XVII.
Acredita-se que os pequenos cães dos monastérios eram os antigos antepassados do Spaniel Tibetano. Eram fiéis seguidores de seus mestres Lama e ficaram conhecidos como "pequenos leões". O leão representava o poder do Buda sobre a violência e agressão.
Devido às trocas dos Spaniels Tibetanos entre palácios e monastérios a raça provavelmente tenha ancestrais comuns com várias raças orientais, incluindo o Japanese Chin e o Pequinês.
De todas as raças Tibetanas, o Spaniel Tibetano é o único a ter pés de lebre em vez dos pés arredondados.
Os Budistas tinham grande fé na reencarnação e acreditavam que em vidas passadas eles poderiam ter sido animais e poderiam voltar a ser em vidas vindouras, daí o carinho pelos animais no Tibet. Em tumbas Chinesas podia-se encontrar representações dessa raça feitas de cerâmica ou argila. Eles acreditavam que os cães ajudariam no que seriam as vidas vindouras.
Representantes da raça podem ser vistos em peças de bronze da época da Dinastia Shang em 1100 A.C.
Eles eram usados como cães de companhia, mas devido a habilidade de enxergar a longas distâncias e ao insistente latido, eles se tornaram bons guardiões. Passavam horas sentados nas paredes do monastério olhando ao longe e davam rapidamente alarme contra a aproximação de estranhos, intrusos ou lobos que vinham à procura dos rebanhos.

A pelagem é dupla com subpêlo fino e denso. O pêlo é sedoso, liso nas faces e região anterior dos membros, de comprimento moderado no tronco e caindo reto. Orelhas, região posterior dos membros bem franjados e cauda e culotes guarnecidos de pêlos mais longos. As fêmeas tendem a ter menos pelagem e juba que os machos. Todas a cores e misturas delas são permitidas.

Ele é um cão alegre e dogmático, muito inteligente e arredio com estranhos.

Na aparência geral é pequeno, ativo e alerta. Silhueta bem equilibrada, com tronco ligeiramente mais longo que a altura na cernelha. A cabeça é pequena em relação ao corpo, o focinho de comprimento médio e um leve prognatismo. A cauda tem inserção alta e é portada igualmente alta em anel ou sobre o dorso.

 


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